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To postando pelo substppl.
Que nome é esse menine?

Bom, ontem foi a festa de despedida de 2008 da Butique. Como somos pessoas super imprevisiveis (sei), o encontrinho foi marcado em cima da hora e sem rumo, o que resumiu-se em desistencia de bares lotados e quando finalmente encontramos um Kantinho da Amizade, a xoxação e atualizada nos bafos foi geral…Nada melhor do que aprovação de bofe pelas amiga não é mesmo ? hehehhehe…Muitos dramas com supostas soluções e acuendação.

Sem contar que ver uma racha caindo de cara na GayCaneca sem ao menos estar bebada é demais para completar o ano.

Um Feliz Ano Novo para todos e que 2009 venha sem dramas, com muitas cuendadas bem resolvidas e coca-cola no fim da noite

(thi, fran e andy – festa de despedida de 2008) 

Lindas, beijos.

coca-cola

bju…fui pra praia grande junto com o Andy!

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. eu gosto quando ela chama a Lara de vaquinha, a Donatela de língua presa e a Dona Irene de esticada!

gisele aceitou o pedido de casamento do jogador de futebol americano Tom Brady!

os pombinhos vão juntar os trapos milionários em março de 2009!

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até eu né… diz que ele fez o pedido foi regado com champagne, já acumula 10 pontos, vai?

I Play for Obama.

Os americanos nunca tiveram uma barriguinha tão sarada no comando.

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gente, tô passada com esse Padre Pedro da novela Mulheres Apaixonadas!

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larga essa batina, meu amô…

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Antes…

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Começando a melhorar de situação…

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Apelando num momento carente…

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Depois, quer dizer, agora! Tá bom, eu só perdôo pq eu amo o Max tá?

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Ah, voltei a fita um pouco e lembrei desses dois maníacos aí, um jovem tarado e o marido esquizofrênico….

Melhor ficar com o Max e não arriscar!

As meninas do Chic fizeram uma galeria linda só com as boconas vermelhas, pinks e alaranjadas. Eu amei e sou super a favor!

Se quiser ver mais clica aqui!

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bju arrasa no make das festas de fim de ano!

Eu bem sei que ando meio relapso aqui. Por isso post rápido sobre as duas últimas investidas pop bundinha do ano.

A Miss Kittin é mole, entediante, gorda e lantejoulada. aquela música que era legal quando lançaram o computador.. mas fomos na festa e tava bom, ela poderia ter tocado mais do álbum novo.

“Suck my dick… lick my ass” a gente já tá acostumado né? Vamo inovar?

O show da Madonna né? Em tópicos:

– ela pula e dança, nem perna, nem bunda balançam;
– olhar “madonna te despreza” pro mocorongo que jogou pétalas de flores no palco, estava na fila há 3 dias e ainda foi expulso por isso. Menino mocorongo, você acha que Madonna pegaria em algum organismo vivo ou morto da terra tupiniquim? Só se tiver nome de Jesus bein;
– chuva nas costas, capa de chuva e papelão na cabeça;
– passagem de som fofa e mais emocionante até que o show;
– o povo canta lerê lerê para o povo que secava o palco;
– aquela cafona daquela Dj… sintoniza a Jovem Pan e faz que tá discotecando? Paul Oakenfold, tsc tsc.
– “ai pára de pular, vc tá atrapalhando minha filmagem” respondi “quer ver na tv? compra o dvd bein.”

bjos ácidos e feliz natal.

sai no site do Terra tá? não fui em quem inventei não!

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gostei dos enfeites no armario, vou adotar!

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detalhe do papel higiênico, tipo, “eu sou pobre, mas sou limpinho”

ACHEI CONCEITO!

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ai que bafudooooooooo Brasil! tá bom, parei!

madonna

devia ter comprado aquele camiseta do EU FUI kkkk, muita breguice não rola!

Sinceramente eu não sei o porque de ser escalado pra trabalhar hoje, sendo que não tem mais nada a fazer. Para quem não sabe eu estou/estava trabalhando para o camarote da Claro e Nokia no show da Madonna, but hj é o último dia e se alguém quiser trocar o ingresso pra outro dia não tem mais como fazer isso, não tem mais como fazer ndddd, acho que nem confirmar presença ! hehehehe, então não sei o que é pra fazer aqui.

Mais um dilema na minha vida. Vou hoje ao show da Madonnex e como um bom paulista que só chega até onde o metrô vai eu não faço idéia de como chegar ao Morumbi de ônibus e ninguém quer me levar. ESTOU CHORANDO DESDE JÁ! ;/

se eu conseguir chegar lá, vamos pirar MUITOO.

beigos

os tiposd de “indies” por lúcio ribeiro :

* o indie-fenômeno: do tipo Mallu Magalhães. Não preciso nem resumir a história, essa você já cansou de ler. Quem será o indie-fenômeno nacional de 2009? A sua sobrinha de 6 anos? Ou vai ser aquela banda que acabou de se formar via Facebook, postou os links do MySpace no twitter e daí…

* o indie-folk: é só checar qualquer lista de melhores do ano e o neo-folk vai estar lá. O cara indie-folk é intelectual. Acha que festa em clubinho não está com nada. O que pega mesmo são as festas nas casas, com a turminha, (pouca) cerveja, (pouco) ‘clima de paquera’ e muita música. Além do novíssimo folk dos Fleet Foxes, ele também curte um indie-clássico (Pavement no máááximo), algumas obscuridades da MPB e barulhos experimentais e matemáticos. Tem um violão, escreve melodias e tem uma banda folk, mas também um projeto solo. Curte o visual lenhador: barba e camisa xadrez. Freqüenta as casas dos amigos e a festa quinzenal Folk This Town, no Bar B (Santa Cecília). Olha só o release da festa: “A Folk This Town abre espaço para os violões, sussurros e um clima mais intimista – nada de “pista fervendo”, o negócio é gente sentada, boa companhia e ótimo som.” Este sábado é a sua grande chance de engrossar o movimento. A turma indie-folk se apresenta na ótima festa La Pastie de la Bourgeoisie (detalhes acima)

* o indie-de-boa: aquele que tanto faz como tanto fez. Pode ser um cantor folk de quem ele nunca ouviu falar, uma banda qualquer de Pernambuco ou um trio sueco. Ele está em todas. Quer conhecer coisas diferentes e está aberto a novidades. Freqüenta o Studio SP, escuta a Oi FM e de dia veste a roupa de firma, mas à noite tira o All Star do armário.

* o indie-Global: é o fã da “banda da Capitu” (Beirut, para os íntimos). Ou da “banda do assobio da novela” (coitados dos Peter Bjorn & John). O indie que não sabia que era indie até ficar fissurado pela trilha do “Grey’s Anatomy”. Digamos que esse tipo de indie global, democrático e das massas, por assim dizer, chegou onde não se podia sonhar. Dos bombados seriados de TV internacionais, a reality shows culinários, passando pelas novelas globais, novelas não globais, trilha do “Fantástico”, comerciais e games.

* o indie-do-indie: de todas as “tribos” (ops, escapou) do indie, talvez a mais antiga delas seja a dos indie-do-indie, ou, os indie xiitas. E talvez seja também a mais confusa. Não querem ficar famosos, não querem reconhecimento, não querem virar capa de revista, não querem entrar em nenhuma lista de ”Melhores do Ano” e muito menos ganharem resenha no Pitchfork. Pense na festa Albatroz do Milo, na noite da Peligro no Neu e na Festa Mágica da Livraria da Esquina. Nada de música para cantarolar, ou aquela que você ouviu na rádio, ou aquele remix bombado… Nem pense em pedir Kings of Leon, por exemplo. E, se chamar o lugar de “baladinha rock”, não entra.

* o indie-contestador: adora reclamar. Acha que sua missão na Terra é exterminar o lado negro da força: o HYPE. Tal banda é fabricada, tal CD é mais do mesmo, leu na “Uncut” a “verdadeira” história da banda X, tal show é presunçoso, essa banda não vai durar um mês, a música não é mais como era antigamente, a molecada não sabe de nada, no meu tempo blablá… Esse é o cara que, entre o show do Jesus & Mary Chain e do Foals, escolheu o primeiro. Não sabe quem é Foals, não quer saber e cospe em quem sabe. Ele lê blogs de música, mas diz que é só para falar mal. Prefere comprar CD nas lojas, mas na verdade ainda não aprendeu a baixar mp3. Freqüenta shows de bandas ressuscitadas ou vai a discotecagens de integrantes de bandas ressuscitadas. De tão contra o indie, o indie-contestador acaba virando um indie-mor, um outro tipo de indie xiita (percebe para onde vão os tentáculos do indie?). Gosta de hip hop africano, metal árabe, e rádios neo-zeolandesas.

* o indie-publiça: galera publicitária e cheia da grana que dá (quase) a volta ao mundo correndo atrás de shows. Porque eles podem. E porque entre um cruzeiro nas Ilhas Gregas e uma passagem para ver Franz Ferdinand no clubinho The End em Londres, o último é muito mais interessante. A festa quinzenal Party Intima (no bar Audio Delicatessen) está cheio deles. É indie-coisa-fina.

* o indie-geek: ele sabe de todas as baladas, de todas as festas, de todas as estréias no cinema e de todos os novos torrents do dia. Assina todos os blogs que vê pela frente e é um poço de links: de vídeos bizarros no YouTube a links em primeira mão para todos os CDs que vazaram no minuto. Apesar de tudo isso, ou por causa de tudo isso, sai pouco. Quando sai. Bem mais “humilde” que o indie-publiça, na maioria das vezes não tem dinheiro para tanto festival acumulado, mas se contenta em ver tudo pelo YouTube alheio ou pelas coberturas do Twitter. É aquele que só faz mixtape para namorada se for via Rapidshare. Aliás, os dois só se encontram no MSN. Mesmo que trabalhem na mesma sala. O indie-geek adora com a mesma intensidade o seriado “Battlestar Galactica” e o DJ Yoda.

* o indie-fashionista: nem só de eletrônico vive o povo da moda, Brasil! Das trilhas dos desfiles às pistas fervidas, o indie bombou remixado. A pista só não vira passarela porque não tem espaço. Os indies-fashionistas se produzem como se cada passo fosse um flash. Como se cada DJ fosse um paparazzo. Carão, cabelão, glamour, montação, salto alto e pegação. A festa VAI, no Gloria, que o diga. O pretinho básico não é recomendado.

* o indie-carimbó: ele abomina a lambada, mas requebra o quadril ao som da banda indie Do Amor, que faz uma mistura nonsense de rock + lambada + technobrega + MPB. É carimbó distorcido, quase que um Calypso encontra Los Hermanos. E atenção! O Rio de Janeiro tomou pra si o movimento e migrou “a parada” para as pistas de rock. O culpado disso tudo é o DJ hype carioca João Brasil. Dizem que a deliciosa versão lambada (aka, “Tropical Remix”) que ele fez para “Left Behind” do CSS coloca fogo na pista. Já foi nas explosivas Festa Calzone, que costuma rolar em Botafogo?

* o indie-festa: é trabalhador, responsável, mas… bebe até cair, sai todos os dias, vai para o trampo direto da balada, se joga no karaokê rock, adora bancar o DJ nas festas dos amigos, abraça geral e adora demonstrações públicas de afeto. Um fanfarrão. Dá uma espiada na festa Funhell da Funhouse ou na picape da festa CREW do Gloria. Sim, a festa pega dentro da picape mesmo.

* o indie-porra-lôca: ele simplesmente extrapolou na fase indie-festa. Faz todas as coisas acima, mas nunca sabe quando parar. Adora palavrões, barraco e rock n rolllll garageiro. Dança fazendo chifrinho com as mãos, fazendo air guitar. Desceu a Augusta, passou pelo Inferno, caiu na OUTS, entalou no banheiro e por aí vai. Lê o blog do Finatti.

* o indie-celebrity-stalker: não costuma sair muito de casa, mas se ele souber do menor boato que a banda X vai ao lugar Y, ele corre. Atravessa a cidade para encontrar o Michael Stipe na pista e fingir que não sabe que é o Michael Stipe na pista. Música aqui é o de menos. O que vale é dançar com a Madonna, dividir a champagne com o MGMT ou segurar a porta do banheiro pro Michel Gondry. O indie-stalker se deslumbra, mas mantém a pose. Não tira fotos e prefere fazer a íntima. Solta um “bye Michael!” no final. Freqüenta – se estiver na lista, claro – o “Bar Secreto”, o bar que continua “sem nome”, mas já não é mais secreto.

AGORA É SÓ SABER SE VC SE ENCAIXA EM ALGUMAS DESSAS OU É UMA BEE LOKA QUE NÃO TÁ NEM AÍ PROS INDIES DO BRASIL!

BUTIQUEIROS OFICIAIS:

SEGUE AS AMIGUE